quarta-feira, 5 de agosto de 2009


Aproveitando o momento da passagem do vocalista Joe Lynn Turner por terras tupiniquins, resolvi fazer a resenha deste álbum que pelos fãs mais puritanos do Deep Purple rejeitam não somente o álbum mas como tb o vocalista.
Depois do fraco álbum de House of Blue Light (86) a reunião fodástica "MKII" foi pro vinagre, Gillan pede as contas e caí fora para seguir com sua carreira solo mediana.
Sendo assim, é chamado para o posto o contestado vocalista Joe Lynn Turner (ex-Fandango, Rainbow e Yngwie Malmsteen) bem, nesta altura do campeonato o que o Purple tinha para mostrar? Um dos álbuns mais diversificado em sua vasta discografia, Slaves and Master (90)... e não é que ficou bom?
O álbum começa com a exelente King of Dreams, um som pra lá de diferente que nos remete aos tempos mais comerciais do Rainbow, detalhe... só percebemos mesmo que se trata de um Rock no momento que Blackmore toca os dedos em sua Fender Stratocaster. JLT e Blackmore faz a diferença nessa música.
Em seguida temos The Cut Runs Deep, uma das músicas mais rápidas e pesadas, talvez o ponto alto do álbum, um riff potente e a proeminente voz de Turner, que apesar de ser repudiado pelos puritanos, mostra extrema competência e versatilidade.
Seguindo com o álbum, temos a Fire in The Basement, um Purple com uma áurea mais sacana, mais blues, Blackmore mostra seu virtuosismo e se vc fizer um teste... imagine Gillan cantando essa música... bom, prefiro JLT!!! rsrsrs
Depois segue-se com a semi-balada Truth Hurts, letra bonita e um solo inspiradíssimo, JLT conduz muito bem a música e percebemos que Gillan não faz muita falta, opa! peço calma aos fãs xiitas... é o estilo de música que jamais Gillan cantaria!!!
Na sequencia temos Breakfast in Bed uma música razoável e Love Conquers All, excelente balada onde JLT mostra porque foi uma ótima opção para o Purple. Esse som tocou muito nas rádios européias e americanas.
Após isso, segue-se com Fortuneteller, uma música muito boa onde Roger Glover marca muito bem o tempo com seu preciso baixo para que Blackmore fique a vontade para desenhar seus excelentes solos. Depois o álbum tem uma queda na criatividade com Too Much is Not Enough e Wicked Ways.
Bom, em suma, é um álbum muito bom e que merece respeito pelos fãs xiitas, pois mostra uma banda coesa, madura e criativa. Parece muito mais com o Rainbow de Blackmore do que o Deep Purple de Gillan. Um álbum para ouvir sem preconceitos e dar o braço a torcer, pois JLT é talentoso e canta muito sim. Vale a pena conferir.
Nota: 9

Um comentário:

  1. Aeeee Tiooo!

    Fikooo lokoo o blog! hehe...vo entra todo semana aki pa ve os negocio dos albuns! kurtiii! =D

    Axo que o tio poderia coloka alguma coisa do Nx Zeroo...Fresnoo...Mcfly! que vc acha?!?! UHSASUHASUHa

    Abraçãoo

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