sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Procurando alguma coisa diferente para ouvir em minha coleção de cd's, me deparei com este ótimo, conceitual e viciante álbum... Ok! Resolvi coloca-lo novamente para rodar e logo ingressei em uma viajem quimérica...
Ken Hensley, mais conhecido pelos seus trabalhos ao lado do Uriah Heep fez deste álbum, Blood on the Highway (2006), uma pequena história de sua vida e juntou um time de estrelas para ajudar a conta-la.
O álbum inicia-se com a música (This is) Just the Beginning, já nos remete aos anos 70... é incrível como ele conseguiu uma sonoridade bem Old School. Nessa música o brilho é todo do vocalista convidado Jorn Lande (ex-Masterplan e Avantasia) o cara tem uma performance vocal muito boa.
Já na sequência, temos a belíssima e empolgante faixa We're on Our Way, a voz de Jorn esta demais, alguém falou em David Coverdale? rsrsrs
Após o comentário (vide encarte) : "The personality of Rock n' Roll sees and challenges another potencial "victim"..." (galerinha do dowload: vamos adquirir 100% da obra) temos a pomposa e cautelosa faixa título Blood on the Highway, um som pra lá de viajante com uma áurea do tipo... Estou em uma Highway com minha Harley Davidson e nada pode me deter... O dueto entre Jorn e Ken Hensley chega a ser emocionante!
A 4ª faixa You've got it, traz um som mais quente com um refrão marcante e novamente Jorn Lande mostra porque é um dos melhores vocalistas da atualidade.
Seguindo a diante, temos as faixas It won't last, Think Twice e There Comes a Time que de forma menos brilhante segue no ritmo do álbum...
A faixa Okay (this house is down) volta a temperar o álbum com um clima bem setentista e o andamento da música é um Rock n' Roll energético e de muita qualidade, impossível não cantar o refrão... Okay (Okay) Okay (Okay) We're glad you're still around...
Voltando ao lado mais emocional do álbum temos What you gonna do, com nada mais nada menos que Glenn Hughes no vocal. Boa música, porém, não tão digerível como as outras...
Para fechar o petardo, temos a The Last Dance, faixa mais longo do álbum, onde Glenn Hughes dá um show a parte e o final chega a ser cinematográfico.
Resumindo, é uma obra prima e indispensável na coleção de qualquer amante do Rock em geral.
Nota: 10

2 comentários:

  1. Po Luppe,

    Abandonou o blog?? Vamos ter q ficar só com os albun óbvios do Osmar? hahahahhahaha

    Fernando Roccato

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  2. Edu, precisa atualizar esse blog!!!!! Vamos lá!!! Antes que o mofo chegue por aqui também! kakakakak Bjosssssssss

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